Uma geada ou uma seca que provoque queda na produção de certo bem significa:
(a) um aumento da oferta do bem
(b) uma diminuição da oferta do bem
(c) um aumento da quantidade ofertada do bem
(d) uma diminuição da quantidade ofertada do bem
(e) nenhuma das respostas acima
segunda-feira, dezembro 04, 2006
Teste de Economia 3
Se o preço do açúcar aumenta o que acontece com a demanda de café e adoçante?
(a) a do café aumenta, enquanto que a do adoçante cai
(b) as duas permanecem inalteradas
(c) a demanda de café diminui, mas a do adoçante não muda
(d) a do adoçante aumenta e a de café fica inalterada
(e) as letras (c) e (d) estão corretas
(a) a do café aumenta, enquanto que a do adoçante cai
(b) as duas permanecem inalteradas
(c) a demanda de café diminui, mas a do adoçante não muda
(d) a do adoçante aumenta e a de café fica inalterada
(e) as letras (c) e (d) estão corretas
Teste de Economia 2
Num modelo de oferta e demanda, quando a renda dos consumidores aumenta:
(a) o preço cai, sendo o bem normal
(b) o preço sobe, sendo um bem normal
(c) a quantidade cai, sendo um bem inferior
(d) o preço e quantidade caem, tanto para o normal quanto para o inferior
(e) as alternativas b e c estão corretas
(a) o preço cai, sendo o bem normal
(b) o preço sobe, sendo um bem normal
(c) a quantidade cai, sendo um bem inferior
(d) o preço e quantidade caem, tanto para o normal quanto para o inferior
(e) as alternativas b e c estão corretas
Teste de Economia 1
Quando a renda de um indivíduo cai, tudo permanecendo constante, a sua demanda por um bem inferior
(a) aumenta
(b) cai numa proporção igual à queda de sua renda
(c) cai numa proporção maior do que a queda de sua renda
(d) cai numa proporção menor do que a queda de sua renda
(e) permanece inalterada
(a) aumenta
(b) cai numa proporção igual à queda de sua renda
(c) cai numa proporção maior do que a queda de sua renda
(d) cai numa proporção menor do que a queda de sua renda
(e) permanece inalterada
Chávez e Lula: a pobreza como um novo idealismo
Do Blog de Reinaldo Azevedo:
"Até que a Venezuela continue faturando os petrodólares — e é bom esquecer uma queda no preço do petróleo: não virá — o modelo de Hugo Chávez continua de pé. Isso nos leva a constatar que estamos assistindo à consolidação da ditadura, embora mitigada, na Venezuela. Chávez recorre aos instrumentos da democracia com dois propósitos: 1) engessar o próprio regime democrático; 2) simular a existência de uma disputa eleitoral que é irrelevante. Traduzindo: usa a democracia para solapar o regime. O passo seguinte do líder dito bolivariano, na verdade, já está dado: vai instituir a reeleição sem limites no país. E pode fazê-lo porque dispõe de maioria no Congresso. Aquilo a que se assiste de forma larvar no governo Lula já está bastante desenvolvido na Venezuela: a clivagem eleitoral entre “ricos” e “pobres”, entre “eles” e “nós”, entre “as elites” e o “povo”.
Tanto na Venezuela como no Brasil, a vida dos miseráveis está condenada à eterna reprodução da miséria, porém com alguns caraminguás a mais, garantidos pelo assistencialismo agressivo.
Chávez e Lula, com graus variados, é verdade, de retórica esquerdista, tornaram-se os capitães de uma manifestação perversa, teratológica, do capitalismo. A pobreza se torna uma cultura, manifesta-se como um valor, exercita-se como “pobrismo”. Se, na vertente socialista, os “oprimidos” se organizavam para virar a mesa, fazer a revolução, extinguir as classes, no modelo desses dois líderes — na Venezuela, de forma escancarada; no Brasil, de forma ainda mitigada —, os pobres exercitariam uma espécie de, poderia dizer Tarso Genro, tensão dialética permanente.
Observem que, cada um à sua maneira e segundo o que permite a economia do seu país, Lula e Chávez, a despeito da retórica esquerdopática, a despeito do antiamericanismo (virulento lá, mais suave aqui), a despeito de uma certa contraposição ao capitalismo, são fidelíssimos ao mercado. A Venezuela é pequena perto do Brasil e praticamente não tem mercado de capitais. Assim, o país está a salvo do prenúncio de terremotos econômicos por mais que o coronel estrile. Não é o caso do Brasil. Por aqui, se Lula fizer ou falar muita besteiras, crises futuras são trazidas a preço presente. De qualquer modo, são homens disciplinados, pagadores de suas dívidas. Um conforto só para os tais “mercados”.
Então está tudo certo? Não. Está tudo errado. A Venezuela virou uma monocultura extrativista. No Brasil, os investimentos, como sabemos, são sofríveis. Ocorre que ambos, como dizem alguns sociólogos e filósofos, acordaram o clamor das massas. E eles não tem nada para lhes oferecer além de assistencialismo agressivo e retórica contra as elites. Esse modelo — reitero que a diferença entre ambos, no que concerne à política, é de grau, não de essência — requer a existência permanente de um inimigo a ser combatido. Chávez tem os EUA e, como sabem, a mídia. Lula tinha o passado (o governo FHC, as elites, os tucanos), arma que vai se tornando obsoleta. Não por acaso, o petismo já detectou no horizonte a nova besta a ser combatida: acertou quem chutou a “mídia”.
Daí que vá se dedicar agora a reforçar o que os petistas não têm vergonha nenhuma de chamar de “imprensa independente”. Chávez não vai deixar o poder a não ser que seja colhido por uma grave crise social, motivada pela inviabilidade do modelo. Vai demorar. Lula, não se enganem, prepara-se para fazer o mesmo — e nem precisa estar na cabeça de uma disputa eleitoral. Se existe alguém da oposição que aposte que a fadiga de material trará o poder de bandeja, convém que tire o cavalo da chuva ou bote o burro na sombra. O grande ativo do capitalismo à moda Chávez e à moda Lula são os pobres. Que passaram a ter uma “voz política” para falar em nome da pobreza permanente, tornada um valor, uma metafísica, um novo idealismo."
"Até que a Venezuela continue faturando os petrodólares — e é bom esquecer uma queda no preço do petróleo: não virá — o modelo de Hugo Chávez continua de pé. Isso nos leva a constatar que estamos assistindo à consolidação da ditadura, embora mitigada, na Venezuela. Chávez recorre aos instrumentos da democracia com dois propósitos: 1) engessar o próprio regime democrático; 2) simular a existência de uma disputa eleitoral que é irrelevante. Traduzindo: usa a democracia para solapar o regime. O passo seguinte do líder dito bolivariano, na verdade, já está dado: vai instituir a reeleição sem limites no país. E pode fazê-lo porque dispõe de maioria no Congresso. Aquilo a que se assiste de forma larvar no governo Lula já está bastante desenvolvido na Venezuela: a clivagem eleitoral entre “ricos” e “pobres”, entre “eles” e “nós”, entre “as elites” e o “povo”.
Tanto na Venezuela como no Brasil, a vida dos miseráveis está condenada à eterna reprodução da miséria, porém com alguns caraminguás a mais, garantidos pelo assistencialismo agressivo.
Chávez e Lula, com graus variados, é verdade, de retórica esquerdista, tornaram-se os capitães de uma manifestação perversa, teratológica, do capitalismo. A pobreza se torna uma cultura, manifesta-se como um valor, exercita-se como “pobrismo”. Se, na vertente socialista, os “oprimidos” se organizavam para virar a mesa, fazer a revolução, extinguir as classes, no modelo desses dois líderes — na Venezuela, de forma escancarada; no Brasil, de forma ainda mitigada —, os pobres exercitariam uma espécie de, poderia dizer Tarso Genro, tensão dialética permanente.
Observem que, cada um à sua maneira e segundo o que permite a economia do seu país, Lula e Chávez, a despeito da retórica esquerdopática, a despeito do antiamericanismo (virulento lá, mais suave aqui), a despeito de uma certa contraposição ao capitalismo, são fidelíssimos ao mercado. A Venezuela é pequena perto do Brasil e praticamente não tem mercado de capitais. Assim, o país está a salvo do prenúncio de terremotos econômicos por mais que o coronel estrile. Não é o caso do Brasil. Por aqui, se Lula fizer ou falar muita besteiras, crises futuras são trazidas a preço presente. De qualquer modo, são homens disciplinados, pagadores de suas dívidas. Um conforto só para os tais “mercados”.
Então está tudo certo? Não. Está tudo errado. A Venezuela virou uma monocultura extrativista. No Brasil, os investimentos, como sabemos, são sofríveis. Ocorre que ambos, como dizem alguns sociólogos e filósofos, acordaram o clamor das massas. E eles não tem nada para lhes oferecer além de assistencialismo agressivo e retórica contra as elites. Esse modelo — reitero que a diferença entre ambos, no que concerne à política, é de grau, não de essência — requer a existência permanente de um inimigo a ser combatido. Chávez tem os EUA e, como sabem, a mídia. Lula tinha o passado (o governo FHC, as elites, os tucanos), arma que vai se tornando obsoleta. Não por acaso, o petismo já detectou no horizonte a nova besta a ser combatida: acertou quem chutou a “mídia”.
Daí que vá se dedicar agora a reforçar o que os petistas não têm vergonha nenhuma de chamar de “imprensa independente”. Chávez não vai deixar o poder a não ser que seja colhido por uma grave crise social, motivada pela inviabilidade do modelo. Vai demorar. Lula, não se enganem, prepara-se para fazer o mesmo — e nem precisa estar na cabeça de uma disputa eleitoral. Se existe alguém da oposição que aposte que a fadiga de material trará o poder de bandeja, convém que tire o cavalo da chuva ou bote o burro na sombra. O grande ativo do capitalismo à moda Chávez e à moda Lula são os pobres. Que passaram a ter uma “voz política” para falar em nome da pobreza permanente, tornada um valor, uma metafísica, um novo idealismo."
sexta-feira, dezembro 01, 2006
R$ 593.066.000.000,00
O valor que empresta o título deste post corresponde ao que os brasileiros pagaram de impostos até o mês de setembro de 2006. Vou repetir: pouco mais de quinhentos e noventa e três bilhões de reais foi a quantia que os cidadãos pagaram de impostos para o governo, até setembro de 2006, ou seja, quase 40% de toda a riqueza produzida no país.
Penso que me Confundi
Devo sempre lamentar quando faço confusões com as informações, principalmente em sala de aula e este scrap foi escrito para eu fazer mea-culpa, pois havia entendido, durante a campanha eleitoral, Lula dizer que o crescimento de 5% do PIB seria para 2006. Eu errei. Ontem jornalistas solicitaram que fizesse algum comentário sobre o crescimento de 0,5% do PIB no terceiro trimestre do ano e o presidente saiu-se com essa: “Eu, na verdade, já não estou mais pensando em 2006, mas em 2007, 2008...”
Hããã... entendi... acho que realmente me confundi. O "espetáculo do crescimento" era só para os próximos anos....
Desculpa, heim!
Hããã... entendi... acho que realmente me confundi. O "espetáculo do crescimento" era só para os próximos anos....
Desculpa, heim!
quarta-feira, novembro 29, 2006
Cláusula de Barreira Ameaçada
Comentário do blog de Reinaldo Azevedo sobre a ameaça do fim da Cláusula de Barreira
"Indecente a mobilização dos partidos que foram pegos pela cláusula de barreira. Por que agora? Tivessem conseguido o índice necessário, quer dizer que a lei seria, então, boa? Mais indecente ainda é que José Alencar, vice-presidente da República, participe do ato, como se fosse um militante qualquer. Ele é filiado ao PRB, aquele partido que pertence à Igreja Universal do Reino de Deus. É uma das legendas que não conseguiram conquistar 5% dos votos nacionais em cinco Estados. Atenção: a lei não proíbe a existência de partidos nanicos; apenas lhes corta algumas regalias. A senadora Heloísa Helena (PSOL-AL) afirma que o objetivo do ato não é "defender os partidos nanicos, que funcionam como moeda de troca", mas "lutar pela preservação da existência democrática" das legendas. Sei... Ela está dizendo que o seu naniquismo, que é bom, é diferente do naniquismo alheio, que é mau. O objetivo do ato é pressionar para que O STF declare a lei aprovada no Congresso inconstitucional. É melancólico."
Fonte: Blog do Reinaldo Azevedo (Revista Veja)
"Indecente a mobilização dos partidos que foram pegos pela cláusula de barreira. Por que agora? Tivessem conseguido o índice necessário, quer dizer que a lei seria, então, boa? Mais indecente ainda é que José Alencar, vice-presidente da República, participe do ato, como se fosse um militante qualquer. Ele é filiado ao PRB, aquele partido que pertence à Igreja Universal do Reino de Deus. É uma das legendas que não conseguiram conquistar 5% dos votos nacionais em cinco Estados. Atenção: a lei não proíbe a existência de partidos nanicos; apenas lhes corta algumas regalias. A senadora Heloísa Helena (PSOL-AL) afirma que o objetivo do ato não é "defender os partidos nanicos, que funcionam como moeda de troca", mas "lutar pela preservação da existência democrática" das legendas. Sei... Ela está dizendo que o seu naniquismo, que é bom, é diferente do naniquismo alheio, que é mau. O objetivo do ato é pressionar para que O STF declare a lei aprovada no Congresso inconstitucional. É melancólico."
Fonte: Blog do Reinaldo Azevedo (Revista Veja)
segunda-feira, novembro 27, 2006
Editorial da Folha deste Domingo
Leiam o trecho do editorial da Folha de São Paulo deste domingo e comecem a vislumbrar os primeiros, apesar de pífios, sinais daquilo que poderá ocorrer com maior intensidade em meados do início de 2007, considerando-se o início do ano após o carnaval, claro!
“Vitorioso nas eleições, o presidente Lula passou a trilhar nas últimas semanas um percurso melancólico. Investe o capital obtido nas urnas em promessas vagas e messiânicas de aceleração do crescimento econômico, enquanto a realidade dos acordos partidários se impõe no tráfico fisiológico de sempre.Seja nas conversações entre os formuladores de seu partido, seja nos encontros com os líderes de uma provável base de governo, o que ressalta nas atitudes de Lula é a falta de alternativas e soluções para o impasse econômico em que se encontra o país.No círculo presidencial se chega à conclusão de que é preciso investir na habitação popular, doar dinheiro para famílias pobres conquistarem moradia. Algo parecido com uma idéia, enfim. Mas a caridade seria feita a expensas alheias, com a poupança do trabalhador forçado a contribuir todo mês com o FGTS.Outro lampejo: incentivos bilionários para empresas que constroem fábricas, expandem linhas de produção e compram máquinas; alívio no INSS para firmas que empregam muito. Não se lobriga, no entanto, como a conta vai fechar. Por que meios o Tesouro será ressarcido da benevolência ninguém diz -ou deixa para divulgar a fatura mais à frente, embutida num pacote de Natal enviado ao Congresso.Há que cortar gastos. Mas onde? Contra quem? Taxas pífias de investimento público ameaçam estrangular qualquer projeção otimista para o PIB dos próximos anos. Aumentá-las, pela via de um acréscimo na carga tributária, surge no atual ambiente econômico como temeridade a que, nem mesmo em seus acessos mais delirantes -e rápidos quando se trata de verberar a liberdade de imprensa-, o petismo se arrisca a praticar.Propor uma reforma tributária que elimine as distorções em vigor -amplamente favoráveis às pessoas de renda mais alta, enquanto penalizam o assalariado de baixa renda- não consta da agenda presidencial.(...)Nesse nauseante bate-estaca se apresenta, enfim despojado dos marqueteiros, o político que a maioria reconduziu ao Planalto: desnorteado e conciliatório, vago de propostas e confuso, girando em torno do próprio eixo no ritmo da empulhação.”
“Vitorioso nas eleições, o presidente Lula passou a trilhar nas últimas semanas um percurso melancólico. Investe o capital obtido nas urnas em promessas vagas e messiânicas de aceleração do crescimento econômico, enquanto a realidade dos acordos partidários se impõe no tráfico fisiológico de sempre.Seja nas conversações entre os formuladores de seu partido, seja nos encontros com os líderes de uma provável base de governo, o que ressalta nas atitudes de Lula é a falta de alternativas e soluções para o impasse econômico em que se encontra o país.No círculo presidencial se chega à conclusão de que é preciso investir na habitação popular, doar dinheiro para famílias pobres conquistarem moradia. Algo parecido com uma idéia, enfim. Mas a caridade seria feita a expensas alheias, com a poupança do trabalhador forçado a contribuir todo mês com o FGTS.Outro lampejo: incentivos bilionários para empresas que constroem fábricas, expandem linhas de produção e compram máquinas; alívio no INSS para firmas que empregam muito. Não se lobriga, no entanto, como a conta vai fechar. Por que meios o Tesouro será ressarcido da benevolência ninguém diz -ou deixa para divulgar a fatura mais à frente, embutida num pacote de Natal enviado ao Congresso.Há que cortar gastos. Mas onde? Contra quem? Taxas pífias de investimento público ameaçam estrangular qualquer projeção otimista para o PIB dos próximos anos. Aumentá-las, pela via de um acréscimo na carga tributária, surge no atual ambiente econômico como temeridade a que, nem mesmo em seus acessos mais delirantes -e rápidos quando se trata de verberar a liberdade de imprensa-, o petismo se arrisca a praticar.Propor uma reforma tributária que elimine as distorções em vigor -amplamente favoráveis às pessoas de renda mais alta, enquanto penalizam o assalariado de baixa renda- não consta da agenda presidencial.(...)Nesse nauseante bate-estaca se apresenta, enfim despojado dos marqueteiros, o político que a maioria reconduziu ao Planalto: desnorteado e conciliatório, vago de propostas e confuso, girando em torno do próprio eixo no ritmo da empulhação.”
quinta-feira, novembro 23, 2006
Pode até ser pergunta de prova...
As duas charges que publiquei acima são do Angeli, na minha opinião um dos maiores gênios do cartunismo do mundo.
Vejam que o tema é o mesmo que discutimos na última aula de política, porém, com uma tradução gráfica engraçada e ao mesmo tempo ironicamente crítica. Na próxima prova eu poderia solicitar a vocês que escrevessem sobre os conceitos de esquerda e direita, analisando cada uma das charges.
Se quiserem fazer um exercício, tentem escrever algo sobre cada uma das charges relacionando seu conteúdo com as discussões em sala de aula e com os textos referentes à matéria.
Vejam que o tema é o mesmo que discutimos na última aula de política, porém, com uma tradução gráfica engraçada e ao mesmo tempo ironicamente crítica. Na próxima prova eu poderia solicitar a vocês que escrevessem sobre os conceitos de esquerda e direita, analisando cada uma das charges.
Se quiserem fazer um exercício, tentem escrever algo sobre cada uma das charges relacionando seu conteúdo com as discussões em sala de aula e com os textos referentes à matéria.
Mais Uma Observação Sobre as Privatizações
Na aula passada discutimos as doutrinas socialistas e liberais. Também discutimos as prioridades de cada corrente política e os caminhos escolhidos seja em direção ao Estado proprietário dos meios de produção, seja o chamado Estado Mínimo ou as premissas básicas do Estado de Bem Estar Social. Um dos temas que apareceu em nossa conversa foi o das privatizações. Nesta manhã, Reinaldo Azevedo levantou outro aspecto interessante sobre o tema. Leiam a seguir:
"Há dias observei aqui o quão enjoada achava essa conversa de PMDB e divisão de Ministérios. Isso tudo é conversa para jornalista dormir. O lucro da Petrobras, em nove meses, é o dobro do que o Brasil tem para investir em um ano. A mina de ouro está nas diretorias e nos milhares de cargos das estatais. É aí que está alojado o PT. É por isso que eles lamentam tanto as privatizações do governo FHC. Imaginem se essa gente tivesse, por exemplo, a Telebrás nas mãos: 27 presidências regionais mais os milhares de cargos de confiança. Mais a Vale, a CSN, a Embraer..."
"Há dias observei aqui o quão enjoada achava essa conversa de PMDB e divisão de Ministérios. Isso tudo é conversa para jornalista dormir. O lucro da Petrobras, em nove meses, é o dobro do que o Brasil tem para investir em um ano. A mina de ouro está nas diretorias e nos milhares de cargos das estatais. É aí que está alojado o PT. É por isso que eles lamentam tanto as privatizações do governo FHC. Imaginem se essa gente tivesse, por exemplo, a Telebrás nas mãos: 27 presidências regionais mais os milhares de cargos de confiança. Mais a Vale, a CSN, a Embraer..."
Pequeno Exercício de Economia - Fácil!
Quem quiser me responder, poderá fazer via e-mail.
Segundo notícia publicada no jornal "O Estado de São Paulo", o déficit nas contas da Previdência Social já cresceu 29,9% este ano e chegou a R$ 37,37 bilhões até outubro. Uma expansão de R$ 8,6 bilhões em relação ao déficit de R$ 28,77 bilhões de janeiro a outubro de 2005. O aumento do emprego formal e as medidas de gestão permitiram, porém, um recuo de 5,6% do rombo em outubro, para R$ 3,04 bilhões. No mesmo mês do ano passado, o déficit das contas foi de R$ 3,22 bilhões.
Pergunta: Porque o aumento do emprego formal contribuiu para reduzir um pouco o déficit da Previdência no mês de outubro?
Segundo notícia publicada no jornal "O Estado de São Paulo", o déficit nas contas da Previdência Social já cresceu 29,9% este ano e chegou a R$ 37,37 bilhões até outubro. Uma expansão de R$ 8,6 bilhões em relação ao déficit de R$ 28,77 bilhões de janeiro a outubro de 2005. O aumento do emprego formal e as medidas de gestão permitiram, porém, um recuo de 5,6% do rombo em outubro, para R$ 3,04 bilhões. No mesmo mês do ano passado, o déficit das contas foi de R$ 3,22 bilhões.
Pergunta: Porque o aumento do emprego formal contribuiu para reduzir um pouco o déficit da Previdência no mês de outubro?
quarta-feira, novembro 22, 2006
As Verdadeiras Razões de Meu Sumiço
Peço desculpas a todos pelo meu sumiço nos últimos dias, mas ocorre que estive buscando solução para uma questão importante: onde fazer a confraternização de final de ano com meus alunos? Viajei bastante, mas no final, após eliminar algumas alternativas, deixei três opções para que vocês mesmos pudessem escolher. Vejam as fotos abaixo e apontem o local onde pretendem fazer nossa confraternização. Mas atenção: só vou pagar o aluguel do lugar, incluindo a hospedagem, as bebidas, comidas, passagens aéreas e traslados! Portanto não me venham pedir presença, nem nota que eu não vou dar, heim!!!!
Opção 1:
Opção 1:
Quero a Opinião de Vocês!
Caros,
Gostaria de solicitar a opinião de vocês, principalmente dos estudantes de jornalismo, sobre esta matéria publicada no jornal O Estado de São Paulo.
"Os ministros da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmaram ontem por unanimidade decisão tomada na semana passada pelo vice-presidente da Corte, Gilmar Mendes, que dispensou a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Os ministros referendaram a decisão de Mendes, que é uma liminar. Ela deverá vigorar até que a 2ª Turma julgue o mérito da ação proposta pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza. Não há previsão de quando esse julgamento ocorrerá."
Basicamente, a pergunta é: vocês concordam ou discordam da lei que desobriga o diploma de jornalista para profissionais da notícia?
Gostaria de solicitar a opinião de vocês, principalmente dos estudantes de jornalismo, sobre esta matéria publicada no jornal O Estado de São Paulo.
"Os ministros da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmaram ontem por unanimidade decisão tomada na semana passada pelo vice-presidente da Corte, Gilmar Mendes, que dispensou a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Os ministros referendaram a decisão de Mendes, que é uma liminar. Ela deverá vigorar até que a 2ª Turma julgue o mérito da ação proposta pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza. Não há previsão de quando esse julgamento ocorrerá."
Basicamente, a pergunta é: vocês concordam ou discordam da lei que desobriga o diploma de jornalista para profissionais da notícia?
segunda-feira, novembro 13, 2006
Sim, estou vivo!
Olá Queridos!
Desculpa pela ausência de posts em nosso blog, mas é que ando atarefado com o mestrado que já está na fase mais que final e devo fazer a qualificação no dia 28 deste mês. Por isso estou acertando os últimos detalhes para não fazer feio. Peço a paciência de todos! Na verdade teria uma infinidade de coisas que penso em escrever para provocar vocês, mas não me sobra tempo para tal. Mas eu volto.
Como Sempre!
Desculpa pela ausência de posts em nosso blog, mas é que ando atarefado com o mestrado que já está na fase mais que final e devo fazer a qualificação no dia 28 deste mês. Por isso estou acertando os últimos detalhes para não fazer feio. Peço a paciência de todos! Na verdade teria uma infinidade de coisas que penso em escrever para provocar vocês, mas não me sobra tempo para tal. Mas eu volto.
Como Sempre!
terça-feira, novembro 07, 2006
Tema Para Artigo
Atenção Pupilos!!!
Para aqueles que irão escrever os artigos (turmas de Jornalismo e RP) o tema será: "Democracia, Liberdade e Desenvolvimento".
Vocês deverão assistir: "O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias" (em cartaz nos melhores cinemas) e "Diários de Motocicleta".
Não se esqueçam: Duas Laudas, Times New Roman tamanho 12, espaço 1,5.
Bom Trabalho a Todos!!!
Para aqueles que irão escrever os artigos (turmas de Jornalismo e RP) o tema será: "Democracia, Liberdade e Desenvolvimento".
Vocês deverão assistir: "O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias" (em cartaz nos melhores cinemas) e "Diários de Motocicleta".
Não se esqueçam: Duas Laudas, Times New Roman tamanho 12, espaço 1,5.
Bom Trabalho a Todos!!!
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